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 Nascido na cidade do Rio de Janeiro - RJ, filho de Maria de Lourdes Barros e de Theophilo de Barros Filho, iniciou seus estudos de música aos dez anos de idade, dedicando-se, a partir dos onze anos, ao violão, quando muda-se para São Paulo. Aos treze anos, começa a tocar em bailes e shows de amadores, e dois anos após começa a compor.
Sua primeira composição foi Saudade Pequenina, em 1958, e a partir daí faz uma série de composições: "Natureza", "Igrejinha", "Seja Meu Amor", "Crediário do Amor", "Fim", "Terrrace", "Menino das Laranjas", "História de uma Vitória", entre outras, além de arranjos.
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Estreou como músico profissional na Boate Lancaster tocando contrabaixo ao lado de César Camargo Mariano no piano, Flavinho no trumpete e Escalante na bateria.
Em 1962 formou um trio com o organista Renato Mendes e com o baterista José Luis Schiavo. No ano seguinte, integra o "Sabá Quarteto", ao lado de César Camargo Mariano, Sabá e Hamilton Pitorre, e começa a dar aulas de violão e a ensaiar o seu "Sexteto Brasileiro de Bossa", estreando no João Sebastião Bar.
Em 1964 compôs "Aninha" e "Zé Mineiro" e ganhou o Troféu "Índio de Prata" da TV Tupi, com "Maria e Mar" (Sílvia Maria) e gravou, no LP "O Toque Inconfundível de Walter Wanderley",e "Menino das Laranjas", que no ano seguinte, foi gravado também por Elis Regina, ano que compôs "Disparada" e "Espanto".
Dirigiu e compôs músicas para muitas peças teatrais, como "Arena Conta Tiradentes", de Augusto Boal e G. Guarnieri, com músicas suas, de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Sidney Miller. Também gravou e participou de grandes LPs.
Formou o Trio Novo com Heraldo e Airto e compôs, ao lado de Geraldo Vandré, "Disparada". No Quarteto Novo, ganhou o "Troféu Imprensa", gravou o LP, compondo o tema da novela "Bicho do Mato" com Chico de Assis. Fez o Arranjo de "Ponteio" entre outras gravações, arranjos e shows, o que os levaram a ganhar importantes festivais e prêmios.
Fez em 1968 outras composições como "Oxalá" que representou São Paulo no MPB Shell e "Mi Patria" para a peça teatral "Doce América, Latino América". Foi para Nova York como diretor musical e violonista, com a peça "Arena Conta Zumbi", e no ano seguinte, para cidades mexicanas e americanas, além de Lima, no Peru, com as peças "Zumbi" e "Bolivar", com o Teatro de Arena.
Ao final da excursão, é convidado para se apresentar na "Festa de Encerramento dos Trabalhos da ONU" .
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Com a música "Desafio" empata em primeiro lugar com outras duas concorrentes no "Festival da Viola" da TV Tupi e gravou mais um LP, fazendo em 1971 arranjos para o LP de Chico Maranhão e para o de Carlos Lyra, além da direção musical de "Abelardo e Heloisa".
Em 72 de "Capital Federal", ambas de Flávio Rangel, fazendo também a gravação do compacto dessa última pela Philips. Neste ano, fez também o Jingle da VASP "A VASP abre suas asas", a direção musical da boate "Zibuca" e ingressou em publicidade na SONOTEC.
Produziu o CD "Márcia", o LP "Dick Farney" e fez arranjos para Abílio Manoel, fazendo no ano seguinte a produção do LP Adauto Santos e, em parceria com o Trio Marayá , a trilha sonora do filme "Quelé do Pajeú", de Anselmo Duarte.
Em 1975 fez a produção da "Coleção Centro-Oeste-Sudeste" e do LP "Papete, Berimabau e Percursão".
Nos anos seguintes faz os arranjos do LP "Urbana" de Léo Karan, e pela EMI/ODEON grava "A VASP abre as suas asas", o Jingle do "Banespa" em CD, a gravação de "Zé Mineiro" por Márcia (EMI), arranjos para o LP "Vadico, Evocação III", além de arranjos para Abílio Manoel no LP "Becos e Saídas".
Faz a gravação do "Primeiro Disco" de sua autoria - Álbum duplo pelo selo Eldorado, e lança-o em 1980, ano que também fez arranjos para o disco "Raízes e Frutos".
A seguir, fez a produção e arranjos para o primeiro e segundo LPs de "Edú da Gaita" (Selo Eldorado), que ganharam o prêmio "Melhor Disco do Ano" , pelo Jornal do Brasil, em 81 e 82 respectivamente.
Participa com a música "Barco Sul" no "MPB Shell" (Rede Globo), e faz arranjos para o LP de Cau Pimentel e a gravação de "Mi Pátria" por Márcia.
Aprimora seus estudos com o maestro argentino Alfredo Lupi. Fez arranjos para Beto Araújo (87), formando-se no ano seguinte em Comunicação e Jornalismo, e em 89 escreve para a Revista CD (Editora Globo).
Fez arranjos para os CDs "The Best of Antonio Carlos Jobim" em 1990, "The Beatles in Bossa Nova" e "The Best of Chico / Toquinho / Vinicius" em 1991, "Pery Ribeiro / Songs of Brazil" em 1992, "Jane Duboc" em 1993 .
Faz os arranjos do CD com músicas de George Gershwin e Cole Porter lançados no exterior,quando também começa a escrever crônicas para jornais.
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Em 1995, participa do "I Encontro da MPB" com a música inédita "Fruta Nativa" (Letra de Paulo César Pinheiro), e faz letras para músicas de Wilson Mauro e José Graziano: "Coisa de Carioca", "A mais longa noite de verão", "Andréia", "Só para variar", "Pernambuquet", "Vai você", "Como uma flor" e "Quem é Quem". Em 1996, fez a gravação de "Vamos Deixar" CD3-História da Bossa Nova, da Revista Caras. Faz também os arranjos para o CD "Toquinho/Peça Infantil" e em 1997 para o CD "Bodas de Cristal".
Lança o CD "Violão Solo" - Theo de Barros (Paulinas-COMEP).
Theo vem atuando também na área publicitária, e jornalística mostrando a mesma criatividade e genialidade de suas composições e arranjos. Em sua carreira, fez mais de 2000 jingles, entre eles Vaspex, Pirelli, Vasp, Transbrasil, Banespa e Coca-Cola.
Lança em 2004, pelo selo Maritaca, o álbum "Theo".
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